As bandas e fanfarras paulistas vivem uma crise silenciosa que tem encerrado as atividades de corporações ligadas a escolas públicas e particulares.

Essa é a conclusão de um levantamento feito pelo Diogo Pereira, Coordenador e Regente da Banda Marcial do Colégio Albert Einstein, e o convidado dessa semana do podcast do Em frente. Marche!

Confira também o último episódio do Em frente. Marche!, onde comparamos as bandas e fanfarras de ontem e de hoje.

O Diogo nos explica como foi feito o levantamento dos dados, mostra o período em que o meio marcial mais perdeu corporações nos últimos 20 anos. A crise silenciosa das bandas e fanfarras, além de preocupar, também deve inspirar ações que visem reverter essa tendência.

Entre as explicações possíveis para essas tendência, são as mudanças nas políticas públicas ligadas a bandas e fanfarras, e a certas condutas dos dirigentes dessas corporações, que fecharam as portas das escolas para projetos de música marcial.

Clique aqui e confira o levantamento feito pelo Diogo Pereira na íntegra! 

Resumo do levantamento em gráficos:

Número de Corporações Participantes do Concurso de Caieiras entre os anos de 1992 e 2019

Proporção de Corporações Escolares Ano a AnoDistribuição Escolas Públicas e Particulares

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